terça-feira, 30 de outubro de 2012

A igreja adotou largamente um sistema mundano de namoro. Nosso sistema de namoro recreativo está falido; é tempo de retornar ao padrão bíblico de ajuntamento. Nosso sistema de namoro, considerado como um sistema, não prepara biblicamente os rapazes e moças para o casamento – pelo menos para o casamento conforme Deus projetou.



NAMORO - Por Douglas Wilson

Douglas Wilson










Todo mundo namora. Ou pelo menos, todo mundo deveria namorar. Ou, se não namoram, então algo está errado, ou alguém é feio, certo? Mas nos Estados Unidos hoje, os relacionamentos entre garotos e garotas, homens e mulheres, maridos e esposas são um caso de hospital. O fato de que o orgulho reside no centro deste problema pode ser visto em nossas várias respostas às dificuldades. Quanto piores ficam nossos problemas, mais fé temos nos nossos métodos e procedimentos. Como aquela mulher no evangelho de Lucas, o tratamento que recebemos dos nossos médicos não tocam ou curam de fato nossa condição. E, como aquela mulher, nossas economias já se foram. O ponto inicial para a maior parte dos nossos relacionamentos de casamento, o moderno sistema de namoro recreativo, pode ser seguramente considerado como falido.
Considere como o nosso sistema funciona. Um rapaz nota uma moça que o atrai. Ele a convida para sair e ela aceita. Eles começam a sair juntos, e uma de duas coisas acontece. Ou eles se gostam ou não, e ambas as possibilidades trazem problemas. Se nenhum se agradou do outro, então ambos tiveram uma má experiência. Se ambos concordaram, então a tentação eventual para a imoralidade é forte, especialmente se se juntaram jovens – digamos, aos catorze anos. “Que bom que vocês se gostam!” “Ok, mãe!” E é claro, se um está interessado em ficar junto e o outro não, as possibilidades de confusão emocional e complicações interessantes são quase infindáveis.
Se o rapaz e a moça se veem com certa frequência, é muito fácil para eles entrarem no que pode ser chamado de zona de vulnerabilidade. Esta zona é aquele lugar em que alguém não consegue deixar o relacionamento sem que se machuque. Em algum ponto do relacionamento, o homem ou a mulher chegarão ao lugar em que, se romperem, se machucarão. Uma vez que as pessoas estejam dentro desta zona, estarão vulneráveis. Enquanto ele ou ela estiverem fora dessa zona, não estão de forma alguma ameaçados pelo relacionamento – é ainda apenas um relacionamento em potencial. E, é claro, em um relacionamento, o grau de vulnerabilidade que sentem um em relação ao outro dependerá de um número de fatores. Se um casal saiu apenas duas ou três vezes, talvez não haja tanto dano – ele virá depois que ambos tiverem visto vinte pessoas três ou quatro vezes. Algumas coisas se acumulam. Com outro casal, se tiverem namorado por três anos, sido bons amigos, e preservado a pureza sexual, um rompimento é nada menos que um divórcio sem as custas legais com advogado.
Isto quer dizer, é claro, que duas pessoas casadas estão na maior distancia possível no interior desta zona de vulnerabilidade. Não existe uma maneira de um casal se divorciar sem devastar a ambos de alguma maneira. Deus odeia o divórcio; Sua Palavra naturalmente fornece a proteção contra o tipo de dano que procede da desobediência. Consequentemente, Deus não nos permite adentrar nesta zona sem construir uma cerca de proteção ao nosso redor. Essa cerca é um juramento pactual; é o que chamamos de casamento. Uma aliança de união sexual permanente e fiel é feita diante de Deus e de inúmeras testemunhas; tanto o homem quanto a mulher declaram que irão entrar juntos nessa zona e permanecer lá. Viverão lá pelo resto de suas vidas.
Mas em nossa cultura, homens e mulheres são treinados para se tornar insensíveis de maneira que possam ir facilmente de um relacionamento a outro. Às vezes, há alianças de casamento feitas e quebradas, e às vezes não. Ir de um relacionamento a outro se tornou o passatempo nacional. As pessoas iniciam muito cedo com o namoro recreativo, e, apesar dos protestos, a maior parte dos namoros de hoje leva à relação sexual. Neste ponto, o padrão de comportamento entre os jovens que professam o cristianismo não é muito diferente do mundo. Porque a igreja adotou largamente um sistema mundano de namoro, os muros de proteção para os nossos filhos projetado por Deus foram quebrados. Fornecemos aos nossos filhos cristianismo o suficiente para assegurar-lhes que se sintam culpados quando fornicam, mas não o suficiente para assegurar sua pureza.
Nosso sistema de namoro recreativo está falido; é tempo de retornar ao padrão bíblico de ajuntamento. À parte do namoro ou corte bíblicos, há muitas consequências destrutivas – emocionais, sexuais e espirituais. Mas se um rapaz quer iniciar um relacionamento, e assume total responsabilidade por ele abaixo do pai da moça, há uma responsabilidade e proteção bíblicas. É o propósito deste pequeno livro definir, defender e descrever como o namoro ou corte bíblicos funcionam.
As objeções a esta avaliação do sistema de namoro moderno tendem a ser rápidas. Por que não podemos apontar os sucessos, os finais felizes no moderno sistema de namoro? Alem disso, tudo isso parece funcionar na televisão. Três respostas vêm a mente. Primeira, é certo que qualquer pessoa de boa vontade se alegra quando um casal cristão piedoso namora, comporta-se e então, casa. As histórias de sucesso dentro do sistema de namoro recreativo moderno, que certamente existem não são o problema com ele. Nada dito nas páginas seguintes deve ser tomado como direcionado contra cristãos piedosos que se juntaram pelo sistema de namoro. A crítica é direcionada contra o sistema em geral considerado como um sistema. As pessoas também sobrevivem a quedas de avião, às vezes sem nenhum arranhão, e devíamos nos alegrar com isso. Mas este reconhecimento não nos desqualifica a nos opor ao hábito geral de cair de aviões.
Isto se relaciona ao segundo ponto. Generalizações são legítimas se descreverem honestamente um padrão global. Esse tipo de generalização consequentemente não é refutada por contra exemplos particulares e individuais. Fariseus honestos viviam no tempo de Cristo, e não foram um embaraço às denuncias ácidas de sua seita religiosa como um todo. De fato, uma indicação de honestidade farisaica seria a sua prontidão em reconhecer a justiça do sarcasmo de Cristo. Assim as generalizações acerca do namoro recreativo não serão universalmente verdadeiras (são generalizações). O que devemos questionar acerca de uma generalização é se é honesta e justa, não se é verdadeira em um dado exemplo.
Terceiro, “as historias de sucesso” não são tão abundantes como pode ser assumido através de uma breve olhada de relance na igreja. Os cristãos não são tão abertos sobre seu comportamento sexual como os pagãos, e os lábios apertados podem ser enganosos. Nossa tendência é julgar baseado na aparência externa, e todos na igreja certamente parecem morais. Mas muitos pastores no seu aconselhamento pré-marital vão além de uma olhadela casual. Tragicamente, muitos pastores não se surpreendem quando descobrem casais de namorados cristãos que se relacionam sexualmente – “Vocês fazem isso?” O dado objetivo com relação a casais solteiros crentes no moderno jogo do namoro não é confortador.
Nosso sistema de namoro, considerado como um sistema, não prepara biblicamente os rapazes e moças para o casamento – pelo menos para o casamento conforme Deus projetou. Algumas razões básicas devem pelo menos introduzir o assunto abordado neste livro. O sistema de namoro moderno não treina os jovens para formar um relacionamento. Treina-os para uma série de relacionamentos, e posteriormente os treina para se tornarem insensíveis ao romper todos, exceto o atual. No mínimo, este sistema é bem mais uma preparação para o divórcio do que para o casamento.
Em adição, o moderno sistema de namoro recreativo encoraja ligações emocionais a parte das proteções de uma cerca de aliança. Isto tem sido chamado com precisão de promiscuidade emocional. Um homem e uma mulher não podem exercer sua função dentro de um relacionamento romântico sem se tornarem emocionalmente vulneráveis um ao outro. Nada há de errado nessa vulnerabilidade; apenas somos delicados o suficiente neste nível para necessitar de proteção antes que entremos em tal estado, uma proteção que a Bíblia afirma ser pactual.
Além do mais, o moderno sistema de namoro também deixa o pai da moça quase inteiramente fora de cena. O pai, que deveria proteger a pureza sexual da filha, envia-a para o escuro com algum rapaz altamente interessado, e aí faz o que acha ser seu dever, que é se preocupar. “Bem querida,” diz à sua esposa, “só nos resta orar. Não há outra opção.” E ele deve se preocupar, porque o moderno sistema de namoro espera uma certa dose de envolvimento físico. É verdade, a versão cristã evangélica desse sistema apenas permite preliminares o suficiente para deixar a todos preocupados que tudo tenha acabado mal sem qualquer liberação legal. Nós, de alguma forma, achamos que um crente piedoso é alguém que pode preaquecer o forno sem cozinhar a torrada.
 FONTE: Douglas Wilson. Her Hand in Marriage. Moscow, ID: Canon Press, 1997. pp. 5-9.
TRADUÇÃO: Tiago Ferreira da Cunha
Fonte: http://www.cristaoreformado.com/2012/10/namoro.html?spref=fb


GRIFO NOSSO - deste blogueiro.


sexta-feira, 26 de outubro de 2012

A Esquerda Política é incompetente para lidar com o PCC, o TOQUE DE RECOLHER em OSASCO pelo PCC

A Esquerda Política é incompetente para lidar com os "esquerdistas-criminosos do PCC", o TOQUE DE RECOLHER em OSASCO pelo PCC, ela é imoral e está fundamentada no sofisma dos "direitos humanos dos bandidos". Precisamos de uma "direita inteligente-social" e valores conservadores e enérgica, para valorizar a família, dar apoio aos nossos policiais militares e civis e aumentar a ROTA e agir com TOLERÂNCIA ZERO com traficante e usuário de drogas, lutar para implantarmos a prisão perpétua e a pena capital para assassinos,  criminosos e membros de organizações criminosas e quadrilhas de corruptos políticos. Duvido que não acabamos com esta institucionalização da iniquidade por parte destes esquerdistas e imorais.

domingo, 21 de outubro de 2012

(Espírito Protestante) Escola de Nova York formou oito ganhadores do Nobel de Ciência


Escola de Nova York formou oito ganhadores do Nobel de Ciência

Com suas portas verdes e corredores marrons, a Bronx High School of Science se parece com muitas outras escolas de Nova York. Mas as aparências enganam.

Essa escola secundária é uma verdadeira fábrica de ganhadores do prêmio Nobel de ciência. Nenhuma outra escola nos Estados Unidos - e provavelmente em todo o mundo - conseguiu feito igual.

Desde 1972, oito alunos da instituição receberam um Nobel de física ou química.

Na entrada principal, perto de uma vitrine onde estão expostos os troféus, há um pôster com fotografias dos vencedores. A única ainda faltando é a do último ganhador, Robert F. Lefkowitz, que acaba de ser agraciado com um Nobel de química.

Lefkowitz foi aluno da escola na década de 1950.

Entre os esperançosos candidatos a um futuro Nobel que hoje estudam na Bronx High School of Science estão muitos filhos de imigrantes - com frequência, a primeira geração de crianças nascidas de famílias que imigraram para o país.

Aliás, nesse ponto, a escola não é diferente de muitas outras instituições públicas de ensino de Nova York.

'Como na vida real'

Elyssa Amanda Ruiz, de 17 anos, está fazendo pesquisas sobre imunologia.

"Em meus experimentos eu estou simulando o efeito de uma proteína sobre a leucemia aguda no sistema imunológico", disse Amanda à BBC, explicando os complexos conceitos científicos sem hesitar.

A Bronx High School of Science recebe o mesmo suporte público que outras escolas na cidade, mas tem um programa especial na área de ciência.

O esquema ajuda estudantes a encontrar um mentor e um laboratório profissional para projetos de pesquisa nos campos de biologia, engenharia, computação e ciências sociais.

Jean Donahue, administrador assistente da área de ciência, disse à BBC que os projetos que os estudantes realizam são "como na vida real"

"Eles investigam de verdade, descobrem coisas novas e em muitos casos publicam suas descobertas em revistas científicas".

Em visita à sua antiga escola, o ganhador do prêmio Nobel de Física, David Politzer, disse a Ian Kaplan, um estudante de 17 anos: "Encontre alguma coisa em que você é bom e que outros acham difícil".

Kaplan está estudando fórmulas que usam computadores para predizer o vencedor de debates presidenciais nos Estados Unidos.

Admissão rigorosa

Outro aluno, Valerio Zhang, está investigando o efeito de uma proteína sobre o crescimento celular no câncer de próstata.

Ele não está surpreso com o fato de sua escola ter formado tantos vencedores do Nobel e acha que o último ganhador é particularmente importante: esse é o primeiro Nobel de química recebido por um ex-aluno.

Mas ser um dos alunos na mais premiada escola secundária pública dos Estados Unidos requer muito talento.

A cada ano, muitos candidatos a cientista se inscrevem no processo de seleção da escola, mas o exame de admissão é rigoroso. No ano passado, apenas 5% dos inscritos conseguiram uma vaga.


Fonte: http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/bbc/2012/10/15/escola-novaiorquina-formou-oito-ganhadores-do-nobel-de-ciencia.htm


(Ética Protestante Oculta) Alunos sul-coreanos estudam mais de 14 horas por dia; leia relato de professor


Alunos sul-coreanos estudam mais de 14 horas por dia; leia relato de professor


John M. Rodgers 
Para o International Herald Tribune, em Moultonborough (EUA)


"Yeolsimhi haeyo", dizem os coreanos. Trabalho duro. A frase é dita sem parar e serve tanto de lema quanto para lembrar que ninguém gosta de quem resmunga. E não importa o quão duro um aluno esteja estudando, ele sempre pode estudar mais –pelo menos essa é a teoria.
Afinal, a própria nação foi construída após décadas de colonização japonesa e da guerra coreana por meio de trabalho duro. A Coreia do Sul tornou-se modelo de crescimento econômico e sediou os Jogos Olímpicos e a Copa do Mundo, um feito batizado de “milagre do rio Han”.
Toda manhã, por bem mais de 200 dias por ano, os alunos chegavam à escola de elite sul-coreana onde eu ensinava inglês às 7h40. Os professores e tutores estudantis os esperavam na entrada, para verificar seus cabelos (comprimento e estilo – permanente e tintura eram proibidos) e uniforme (camisetas para dentro, saia na altura do joelho e sapatos formais).
Depois, eles subiam as escadas para suas salas, onde esfregavam o chão, escovavam as mesas, limpavam as janelas e jogavam o lixo fora. A jornada acadêmica começava às 8h, tinha intervalos de 10 minutos, uma pausa para o almoço de 50 minutos e uma hora para o jantar às 17h.
Às 18h, quando eu costumava desligar meu computador, os alunos estavam se acomodando em suas cadeiras para outras quatro horas de estudo, durante as quais eram monitorados pelos professores para garantir que não se entregassem ao sono, às conversas ou a qualquer outra coisa que não fosse o estudo. Às 22h20, as salas se esvaziavam. Liberados, os jovens se dirigiam para os ônibus que estavam esperando para levarem-nos para casa (poucos moravam perto). A maior parte dos alunos só ia para a cama depois da meia noite. Há um ditado que recomenda que o estudante tenha apenas quatro horas de sono por dia se quiser entrar em uma das principais universidades.
Durante os anos que eu ensinei nesta escola de ensino médio, fiquei ao mesmo tempo maravilhado e horrorizado com o que a escola, os pais e o país esperavam de seus alunos –e como estes tentavam cumprir essas expectativas.
Algumas vezes, quando eu saía tarde da escola –por volta de 20h ou 21h– eu olhava para as salas e via os alunos ocupados fazendo dever ou consultando livros. Alguns ficavam em pé no fundo da sala para afastar o sono, todos aparentemente determinados em cumprir as expectativas colocadas sobre eles. Mas e seus tempos de juventude? –eu me perguntava, algumas vezes, ao descer o morro com as luzes da escola atrás de mim.
Ao retornar aos EUA, um antigo professor me deu uma oportunidade de falar aos seus calouros de filosofia sobre meus anos na Ásia. Excitado, eu redigi uma apresentação pensando nas minhas aulas na Coreia, onde os alunos absorviam o material, algumas vezes silenciosos demais.
Diante de uma classe de 20 calouros universitários, a primeira coisa que eu observei foram os aparelhos eletrônicos em quase todas as carteiras: celulares, laptops, iPads. Mal eu tinha começado, vi um garoto mexendo em seu telefone por baixo da carteira, outro digitando em seu computador e um terceiro digitando no telefone à vista de todos. “Vocês poderiam parar?”, perguntei. Com um olhar incomodado, eles retornaram sua atenção à discussão, mas não por muito tempo –alguns minutos depois, já estavam distraídos novamente. As classes subsequentes foram similares.
Mais tarde, no escritório do professor, eu perguntei sobre o comportamento geral dos alunos, e mencionei os coreanos.
“Quando eu me aposentar, vou escrever um livro sobre o colapso da universidade americana”, ele me disse. “Há pouca sede de aprendizado, de trabalhar duro”.
“E os aparelhos eletrônicos?”, perguntei.
“Estão em toda parte”, respondeu, “mesmo quando são proibidos, os jovens acabam usando”.
Uma avaliação desesperadora, com certeza, mas o professor, que vem ensinando há 30 anos, chegou a dizer que eu estava ali para cinco alunos, mais ou menos. Esses –os que fazem perguntas, expressam interesse- vão realizar grandes coisas, porque eles “se levam a sério, e também levam o professor a sério”, disse.
Terminei minha apresentação, atravessei em silêncio o campus de New England, respirando o ar fresco do outono, pensando que, do outro lado do oceano, seria por volta de 9h da manhã, os alunos estariam sentados em suas carteiras ouvindo atentamente, trabalhando duro e, provavelmente, levando as coisas um pouco mais a sério do que muitos jovens nos EUA, para o bem ou para o mal.
(John M. Rodgers é professor adjunto na Universidade Estadual de Plymouth em New Hampshire, editor do “The Three Wise Monkeys” e do “Groove Korea”.)
Tradutor: Deborah Weinberg
Fonte: http://educacao.uol.com.br/noticias/2012/10/18/alunos-sul-coreanos-estudam-mais-de-14-horas-por-dia-leia-relato-de-professor.htm

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quarta-feira, 17 de outubro de 2012

UM POUCO DE MÚSICA - Saudai o Nome de JESUS


UM POUCO DE MÚSICA - Saudai o Nome de JESUS
http://musicagospel-brasil.blogspot.com.br/2012/10/hino-60-cantor-cristao-saudai-o-nome-de.html

10 Coisas que os Jovens em um Relacionamento Sério Devem Saber


10 Coisas que os Jovens em um Relacionamento Sério Devem Saber

 

Jared C. Wilson


Jared C. Wilson é pastor da igreja Middletown Springs Community em Middletown Springs, Vermont (EUA) e autor de vários livros. Jared é casado com Becky, com quem tem 2 filhas, Macy e Grace.


1. O seu desejo de fazer sexo com a pessoa amada não é ruim. Seria um problema diferente para nos preocuparmos caso você não desejasse. A chave é que o desejo de glorificar a Cristo deve ser maior do que o desejo de fazer sexo com quem você ama.

2. A chave para que o desejo de glorificar a Cristo seja maior do que o desejo de fazer sexo é que essa decisão deve ser tomada repetidamente.

3. As pessoas que estão em um relacionamento sério demonstram seu melhor comportamento. Portanto, seja qual for esse comportamento agora, pode-se esperar que, com o tempo, vai "piorar". Conforme a intimidade aumenta, as pessoas tendem a baixar a guarda. O casamento não resolve um mau comportamento, mas sim, dá a ele mais liberdade para aparecer. Garotas, se o seu namorado é controlador, desconfiado, manipulador ou te menospreza, ele ficará pior e não melhor, à medida que durar o seu relacionamento. Quaisquer que sejam as desculpas que você inventar ou as coisas que você relevar agora, ficará cada vez mais evidente e difícil de ignorar à medida que durar o seu relacionamento. Você não conseguirá consertá-lo, e o casamento não vai endireitá-lo.

4. Quase todos os cristãos que conheço os quais se casaram com um não cristão declaram seu amor pelo seu cônjuge e não se arrependem de terem se casado; no entanto, eles têm vivenciado uma dor profunda e um descontentamento com seu casamento por causa desse jugo desigual e, hoje, não aconselhariam um cristão a se casar com alguém que não seja cristão.

5. Considerar que você é especial e diferente, e que as experiências dos outros não refletem a sua, é uma visão pequena, insensata e arrogante. As pessoas que te amam e te avisam/aconselham sobre seu relacionamentotalvez sejam ignorantes. De fato, existem pessoas assim. Mas há uma probabilidade bem maior de que seus pais, seus pastores, seus amigos casados há mais tempo sejam mais sábios do que você pensa.

6. Morar juntos antes do casamento é um fator que pode matar seu casamento.

7. O sexo antes do casamento não incentiva o rapaz a crescer, ter responsabilidade e a liderar sua casa e família.

8. O sexo antes do casamento fere o coração de uma garota, talvez imperceptivelmente no início, mas sem dúvidas com o passar do tempo, conforme ela troca os benefícios de uma aliança, mas sem a segurança da mesma. Não foi assim que Deus planejou que o sexo nos trouxesse satisfação. Nunca entregue o seu corpo para um homem que não tenha prometido a Deus total fidelidade a você dentro da aliança de casamento, isso implica em prestar contas a uma igreja local. Resumindo, não entregue seu coração a um homem que não presta contas a alguém que dê a ele uma disciplina piedosa.

9. Todos os seus relacionamentos, inclusive seu relacionamento de namoro, têm o propósito maior de trazer glória a Jesus do que proporcionar a você uma satisfação pessoal. Quando a prioridade máxima em nossos relacionamentos é a satisfação pessoal, ironicamente, acabamos nos sentindo totalmente insatisfeitos.

10. Você é amado por Deus com uma graça abundante através da obra redentora de Cristo. E esse amor que nos envolve pela fé em Jesus nos dá poder e satisfação do Espírito Santo para buscar relacionamentos que honrem a Deus e, através deles, aumentem a nossa alegria.


Tradução: Isabela Siqueira

Fonte: The Gospel Coalition

O leitor tem permissão para divulgar e distribuir esse texto, desde que não altere seu formato, conteúdo e / ou tradução e que informe os créditos tanto de autoria, como de tradução e copyright. Em caso de dúvidas, faça contato com a Editora Fiel.




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Darwinismo é a raiz da cultura da morte


Darwinismo é a raiz da cultura da morte
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terça-feira, 16 de outubro de 2012

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Campanha Nacional pela cassação dos deputados do PSOL-RJ Jean Wyllys, Deputada Fátima Bezerra do PT-RN pela incitação à violência religiosa no IX Seminário LGBT no Congresso Nacional (Realizado com dinheiro público) e prisão ao Sr. Marcio Retamero por agredir e promover a violência das armas contras os cristãos brasileiros. Cassação do Deputado Chico Alencar do PSOL - RJ pela luta em aprovar emendas de milhões de reais do cofre público para promover a ideologização homossexualizante na educação, na cultura e na sociedade!


Campanha Nacional pela cassação dos deputados do PSOL-RJ Jean Wyllys, Deputada Fátima Bezerra do PT-RN pela incitação à violência religiosa no IX Seminário LGBT no Congresso Nacional (Realizado com dinheiro público) e prisão ao Sr. Marcio Retamero por agredir e promover a violência das armas contras os cristãos brasileiros. Cassação do Deputado Chico Alencar do PSOL - RJ pela luta em aprovar emendas de milhões de reais do cofre público para promover a ideologização homossexualizante na educação, na cultura e na sociedade!
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PASTOR SILAS MALAFAIA RESPONDE A FERNANDO HADDAD E AO MOVIMENTO PARA CENSURAR OS EVANGÉLICOS

PASTOR SILAS MALAFAIA RESPONDE A FERNANDO HADDAD E AO MOVIMENTO PARA CENSURAR OS EVANGÉLICOShttp://opusreformata.blogspot.com.br/2012/10/pastor-silas-malafaia-responde-fernando.html

Qualquer repartição, órgão ou secretaria pública que tem o nome diretamente ou indiretamente de GÊNERO é uma imoralidade profunda sustentada imoralmente pelo dinheiro público!


Qualquer repartição, órgão ou secretaria pública que tem o nome diretamente ou indiretamente de GÊNERO é uma imoralidade profunda sustentada imoralmente pelo dinheiro público!
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quinta-feira, 11 de outubro de 2012

(Vídeo) Malafaia versus Haddad. O povo não é otário não Haddad.


(Vídeo) Malafaia versus Haddad. O povo não é otário não Haddad.
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(Vídeo) - Cúpula petista condenada - O debate desta quarta na VEJA.com – O domínio do fato e o direito penal do inimigo


(Vídeo) - Cúpula petista condenada - O debate desta quarta na VEJA.com – O domínio do fato e o direito penal do inimigo
http://direitoreformacional.blogspot.com.br/2012/10/video-cupula-petista-condenada-o-debate.html

Cadê o Ministério Público? Cadê as Comissões de Direitos Humanos (dos Bandidos)? Cadê os Homens Públicos para Punir e Colocar na Cadeia estes Promotores da Violência?Os Violentos Jean Wyllys (PSOL-RJ) e o raivoso falso profeta sodomita Márcio Retamero, juntos com outros militantes do PT, PCdoB, PSTU, PSB realizam eventos de ódio com o DINHEIRO PÚBLICO para incitar a Violência e o Ódio aos Cristãos. Ativista gay afirma que está disposto a pegar em armas contra cristãos que defendem a família natural


Cadê o Ministério Público? Cadê as Comissões de Direitos Humanos (dos Bandidos)? Cadê os Homens Públicos para Punir e Colocar na Cadeia estes Promotores da Violência?Os Violentos Jean Wyllys (PSOL-RJ) e o raivoso falso profeta sodomita Márcio Retamero, juntos com outros militantes do PT, PCdoB, PSTU, PSB realizam eventos de ódio com o DINHEIRO PÚBLICO para incitar a Violência e o Ódio aos Cristãos. Ativista gay afirma que está disposto a pegar em armas contra cristãos que defendem a família natural
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O raivoso ativista do movimento homossexual, religioso-esquerdista-liberal-sodomita Márcio Retamero - adepto do teísmo aberto e destas comunidades cristãs falsas sobre inclusividade afirma que está disposto a pegar em armas contra cristãos que defendem a família natural


O raivoso ativista do movimento homossexual, religioso-esquerdista-liberal-sodomita Márcio Retamero - adepto do teísmo aberto e destas comunidades cristãs falsas sobre inclusividade afirma que está disposto a pegar em armas contra cristãos que defendem a família natural
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Ativista gay afirma que está disposto a pegar em armas contra cristãos que defendem a família natural

 Ativista gay afirma que está disposto a pegar em armas contra cristãos que defendem a família natural
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Contra as drogas e contra o consumo de álcool antes dos 18 anos de idade


Contra as drogas e contra o consumo de álcool antes dos 18 anos de idade

by O. Braga
«Finalmente, Dom Duarte é a favor da liberalização de drogas leves como maneira de combater o poder dos traficantes!»
Esta opinião é atribuída ao Rei; não sei se essa opinião é mesmo a dele e tenho dúvidas acerca da veracidade dessa atribuição.
Normalmente há dois argumentos utilizados para defender a legalização das drogas (leves e/ou duras): (a)“a venda de álcool também é livre para cidadãos maiores de idade; e por que não se liberaliza a venda de drogas?”(b) “a despenalização do consumo e venda de drogas é uma forma de combater o poder dos traficantes”.
1/ um mal não pode justificar outro mal. Não é pelo facto de o álcool se vender livremente que se pode tentar justificar a liberalização das drogas. Pelo contrário, seria aceitável que a idade mínima de consumo e compra de bebidas alcoólicas em Portugal passasse para os 18 anos (como acontece em Espanha, por exemplo).
2/ é falacioso comparar os malefícios das bebidas alcoólicas, como por exemplo a cerveja ou o vinho, por um lado, com os malefícios das drogas, mesmo as ditas “leves”, por outro lado. Estudos recentes demonstram que o consumo de drogas leves reduz o QI do consumidor.
3/ o consumo de drogas leves — por exemplo, da marijuana — pode levar ao consumo de drogas pesadas — por exemplo, os opiáceos. O habitual contra-argumento non sequitur é falacioso e falso.
4/ o poder dos traficantes tem que ser combatido com penas mais pesadas, com restrição de comutação de pena e de concessão de liberdade condicional, e em estabelecimentos prisionais específicos.
5/ o consumo de drogas tem vindo a sofrer quebras constantes desde 1995, e já está fora de moda: mais uma razão pela qual seria absurdo agora a sua liberalização.
Eu percebo que a Causa Monárquica pretenda abranger o eleitorado do Bloco de Esquerda e o da ala mais libertária do Partido Socialista. Mas isso tem que ser feito utilizando também a Razão, e não apenas a emoção.
Finalmente, há que entender uma coisa muito simples: o Rei não depende de votos; quem depende de votos é o parlamento e o governo. Em vez disso, o Rei é. E por isso é que mesmo no actual regime, o Rei não deixa de ser. E é isto que tem que ser explicado às pessoas.
O. Braga | Terça-feira, 9 Outubro 2012 at 10:13 am | Tags: drogasmarijuana,monarquia | Categorias: politicamente correcto | URL: http://wp.me/p2jQx-dod

terça-feira, 2 de outubro de 2012

As tatuagens e a desfiguração do corpo

As tatuagens e a desfiguração do corpo

by O. Braga

«Um destes últimos dias - o que, de resto, faço em quase todas as semanas do ano - fui ao supermercado. Que tenha reparado, na ocasião, cruzei-me sucessivamente com três moçoilas, todas elas tatuadas: uma, tinha o desenho de um golfinho no pescoço; outra, de um conjunto de estrelas também no pescoço; outro ainda, por sinal trajada de forma bastante imodesta, de mais um conjunto de estrelas, desta vez abaixo do seu ombro esquerdo, e do que me pareceu ser um sol no respectivo tornozelo direito. Pelo meio, ainda topei um “orc” com um carácter chinês grafado na zona da nuca. Pensei para comigo: isto são pequenos sinais evidentes de uma sociedade em avançado estado de decomposição e em processo de acelerado retorno à barbárie.»
A tatuagem moderna tem pouco a ver com as culturas dos povos primitivos; trata-se de um fenómeno cultural novo e muitíssimo mais nocivo do que as tatuagens das culturas arcaicas. Enquanto que, nas sociedades primitivas, a tatuagem tinha um valor de ordem, na sociedade actual tem um valor de desordem.
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O. Braga | Sábado, 29 Setembro 2012 at 8:48 pm | Tags: estética | Categorias: A vida custaéticaculturahomocepticismopoliticamente correctoSociedadeTirem-me deste filmeUt EditaVamos Endireitar | URL: http://wp.me/p2jQx-dio